Note Q
Versão Brasileira ÁLAMO / Classificação LIVRE
sábado, 20 de novembro de 2010
UnoChapecó é tricampeã da Liga Feminina
quinta-feira, 14 de outubro de 2010
terça-feira, 21 de setembro de 2010
Turbilhão Inesperado
Tenho uma vida bastante tumultuada, são tantas coisas e tão pouco tempo. Mas quero falar mesmo é sobre o Rugby, sobre o estilo de vida Rugby de ser e tudo que eu sempre quis viver Rugby, dentro e fora de campo. Iniciei falando de minha vida corrida por que embora eu tenha aprendido muito neste meio, nos treinamentos, com nossos professores e com os jogadores sempre apoiando, com e sem “la pelota ovalada”, não consegui viver tudo o que o Rugby me proporcionou. Não vou culpar minha vida, as poucas vinte e quatro horas diárias que tenho para suprir todas as minhas necessidades de sobrevivência e lazer, me culpo pelas escolhas que me afastaram disso tudo e das oportunidades que deixei pra trás. Mas não me arrependo do caminho que segui, pois tudo o que vivi até hoje, dentro e fora do meio, acertando ou não, serviu como aprendizado, afinal de contas, até mesmo os piores erros nos ensinam alguma lição.
Uma vez tentava explicar o Rugby citando uma cópia americana do esporte, mas logo percebi que não faz sentido algum comparar algo que para mim se tornou incomparável. Rugby é família, amizade, companheirismo, disciplina, saúde, maturidade e tantas outras... cerveja, bagunça e cantoria. Que outro esporte lhe proporciona tantos ensinamentos, tanta agilidade e tantas histórias pra contar, que você pode levar pra casa e usar como exemplo no seu dia a dia? Porém, aos meus dezesseis anos não sabia explicar nada disso, só queria saber de extravasar meus hormônios com tackles duros, dribles desconcertantes e cabeçadas aleatórias. Andava por aí com camisetas costuradas e a bola de baixo do braço, sem saber o que, inconscientemente, já estava acrescentando para o resto de minha vida. Com o tempo fui me moldando, equilibrando minhas ações e mensurando minhas lições.
Ontem (16/09) aconteceu algo que nunca havia imaginado vivenciar e apesar de ter motivos para criticar atitudes e argumentar sobre a necessidade de minhas palavras, só consigo culpar a mim mesmo, pelas minhas próprias atitudes e por não ter conseguido agir de forma diferente. Peço desculpa ao clube e a todos que não entenderam os motivos de minha revolta. Não sou um bom tutor e muitas vezes não consigo expor minhas idéias de excelência no que diz respeito ao comportamento de um rugbier. Só quero lembrar a todos que nosso esporte exige muita técnica e dedicação para absorvermos os mais duros impactos, sem poder gritar, xingar ou responder com atos fora do contexto. No campo, nossas vitórias individuais e coletivas refletem a disciplina e a responsabilidade adquirida nos treinos. Tem uma frase que consegue definir muito bem nosso esporte: “Um jogo de brutos, jogado por cavalheiros.”
O Costão Norte é um time jovem e cheio de garra, que me surpreendeu demonstrando raça e muita determinação, inclusive no último torneio. Torço para que todos evoluam com sucesso e com muita atitude, como atletas e cidadãos. Muitas vezes o professor não estará junto para indicar o melhor caminho, no treino ou fora dele, e nessas horas, talvez um touch tenha maior retorno e valor do que um jogo desregrado. Não esqueçam que habilidades como estas sem a orientação de um tutor, podem ser perigosas. Ainda não há um campo, mas jogadores e pessoas com um ideal em comum são o suficiente para um futuro de sucesso.
(...) Quem apóia?
“Um dia decidi jogar Rugby, no outro decidi viver Rugby.”
Luiz Felipe, 17/09/2010
quarta-feira, 1 de setembro de 2010
Let it be
Soltar.
Desprender-se.
Não espere
que reconheçam seu esforço,
que descubram seu gênio,
que entendam seu amor.
Deixe de ser quem era e
se transforme em quem você é.
segunda-feira, 23 de agosto de 2010
sexta-feira, 20 de agosto de 2010
Ilusão Causalidade

... um sujeito ficava todos os dias na mesma esquina,
acenando os braços e emitindo gritos estranhos.
... um guarda se aproximou e perguntou o que ele estava fazendo:
- Estou mantendo as girafas longe – disse o sujeito.
- Mas nunca aparecem girafas por aqui – retruca o guarda.
- Pois é, tenho feito um bom trabalho, não tenho?
sexta-feira, 16 de julho de 2010
Voltando sem uma idéia

Tenho tido muitas idéias.
Idéias de família,
idéias de negócios,
idéias para mim,
idéias e mais idéias e nenhum plano.
Ontem tive mais uma,
tudo na cabeça,
tudo em 10 minutos.
Caminhando,
ruas estreitas,
um centro antigo,
noite fria,
fim de feira.
Uma kombi,
restos, pombos, migalhas
e barracas desmontadas.
Tanta coisa e tão pouco tempo,
quando você percebe chega sexta feira
e as coisas ficam pra semana que vem,
afinal de contas é sexta feira.
Final de semana,
mais tempo pra pensar sobre os planos,
novas idéias e quando você percebe,
segunda feira e mais uma vez as idéias
são substituidas pela correria do dia-a-dia.
E a noite? Linda!